quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dia de paralisação

Hoje me senti mezzo alienada. Centrais sindicais paralisadas e eu com um almoço entre amigas num lugar adorável. Bom, estou nas minhas férias e minha categoria não está paralisada. E de resto, as centrais sindicais têm todo meu apoio.
Momento de bobeira: achei que seria bom encontrar uma das amigas perto da Paulista, e aí o trajeto que nunca dura mais do que dez minutos estava a passos de tartaruga. Claro, a Paulista é o epicentro de tudo, sempre. O motorista gente boa me deixou descer fora do ponto e um quilometro durou uns 10 minutos quando teria durado mais uma hora se ficasse no ônibus.
Que bom não estar de carro, pois não poderia abandonar o dito no meio da Consolação.
De lá metrô linha amarela. Quanto ficar pronta vai ser bem legal. Chegamos na Luz em minutos para um divertido almoço na Sala São Paulo. Volta de metrô super tranquila.
Chegando em casa vi fotos bacanas de uma Paulista com outro tipo de manifestação: carro de som, bandeiras e balões. Todas as modalidades devem ser bem abraçadas pela cidade.
Ok, a Consolação estava parada. And so what? A cidade para por qualquer motivo, por um feriado, um jogo de futebol, um infeliz cujo pneu fura na marginal. Cidade por um triz é assim mesmo, vive travando.
Que as centrais sindicais retomem seu protagonismo. Para o bem de todos.
A única nota destoante: eu mereço ter em vários pontos um helicóptero batendo as hélices bem em cima de mim? Esse olho mecânico intimidador pareceu-me totalmente desproporcional.



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