Tirei minha CNH há trinta e poucos anos. Como não tinha carro, dirigia o da minha mãe (e esse carro merecia uma postagem à parte) e com o tempo, porque os anos 1980 eram muito solidários, dirigi muito carro que por um motivo ou outro caiu na minha mão.
Lá pelas tantas comprei um carro. E outro. E troquei. Meus carros foram roubados duas vezes e furtados mais três. O último era um C3 lindo, confortável e potente. Eu adorava.
Isso posto, há poucos meses resolvi não ter mais carro e viver nessa complicada São Paulo sem esse objeto do desejo de tantos.
Confesso que nem foi pelos cálculos que diversos jornais publicaram provando por A+B que ter um carro e usar pouco era uma roubada do ponto de vista econômico. Eu simplesmente fui desencanando desse assunto à medida que o trânsito da cidade foi virando uma antessala do inferno. E devo dizer que meu cotidiano, meu trabalho e minha localização permitem essa brincadeira.
Vamos ver como a vida de pedestre se apresenta.
Lá pelas tantas comprei um carro. E outro. E troquei. Meus carros foram roubados duas vezes e furtados mais três. O último era um C3 lindo, confortável e potente. Eu adorava.
Isso posto, há poucos meses resolvi não ter mais carro e viver nessa complicada São Paulo sem esse objeto do desejo de tantos.
Confesso que nem foi pelos cálculos que diversos jornais publicaram provando por A+B que ter um carro e usar pouco era uma roubada do ponto de vista econômico. Eu simplesmente fui desencanando desse assunto à medida que o trânsito da cidade foi virando uma antessala do inferno. E devo dizer que meu cotidiano, meu trabalho e minha localização permitem essa brincadeira.
Vamos ver como a vida de pedestre se apresenta.
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